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  • Beatriz Wollny

COMO IDENTIFICAR A DEPRESSÃO?

Depressão. Esta doença tão comentada nos dias de hoje carrega um peso que nem sempre é necessário para descrevê-la. Quem nunca se sentiu profundamente triste? Quem nunca teve vontade de passar o dia deitado na cama, sem vontade de encarar os problemas lá fora? Entretanto, é preciso esclarecer que existem alguns níveis de depressão: leve, moderada e grave.


A depressão em um nível leve permite que a pessoa mantenha um ritmo de vida normal, estudando, trabalhando, tendo vida social e realizando atividades do dia-a-dia mesmo sentindo uma ponta de insatisfação ou uma tristeza escondida. Nesta fase é comum confundir a depressão com o sentimento de tristeza. É necessário ressaltar a diferença entre os dois. A tristeza é um sentimento momentâneo, considerado saudável e até importante pelos médicos. Ela nos ajuda na elaboração das perdas, ou sofrimentos ocasionais. As pessoas atingidas pela ocorrência de perdas enfrentam uma fase de sofrimento e angústia que pode se prolongar por um determinado período de tempo, porém esse quadro vai se atenuando e aos poucos a vida vai retomando seu ritmo normal.


Quando a pessoa começa a apresentar sintomas como irritabilidade, extremo cansaço, alterações no sono e alimentação, choro excessivo, perda de interesse sexual, dificuldade de concentração, entre outros, ela pode estar em um nível médio da doença.


Na depressão grave o prejuízo é mais perceptível e é a forma como a doença é vista pelas pessoas. Neste nível, a pessoa já não consegue manter um ritmo de vida natural. Muitas vezes ela busca ficar sozinha, passa dias dormindo ou, pelo contrario, com insônia, evita sair de casa, não tem motivação para trabalhar e não pratica atividades físicas. Nesse estágio, sua vida fica paralisada pelo humor deprimido.


A boa notícia é que a depressão pode ser tratada. Existe solução para quem se encontra em um mundo onde nada parece ter graça. Durante o processo terapêutico, a pessoa começa a olhar para si mesmo, para a sua realidade e o mundo em sua volta, e aos poucos vai recuperando a vontade de viver. Os objetivos do tratamento psicológico, entre outros, são dar suporte emocional ao paciente deprimido, auxiliar na busca de uma vida mais equilibrada e recuperar a auto-estima e autoconfiança.

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